Testamos: 12 modelos de tablets diferentes para você

 

Escolha o seu!

Samsung Galaxy Tab 16 GB

R$950 | www.samsung.com.br

Samsung Galaxy Tab 16 GB

Pontos fortes

  • Compacta;
  • Possui 3G e faz chamadas telefônicas;
  • Fone Bluetooth incluso.
Pontos fracos
  • Vem com a defasada versão 2.2 do sistema Android;
  • Pode ficar lenta ou travar às vezes;
  • Não possui conexão HDMI.

Equipado com uma tela de 7 polegadas, boa para a leitura de livros e reprodução de vídeos, o Galaxy pesa apenas 380 gramas, e pode ser encontrado em versões com 16 GB ou 32 GB de espaço – capacidade que pode ser ampliada com cartões microSD de até 32 GB, vendidos à parte.

O modelo possui também entrada para um chip SIM, que permite não só conectar-se à internet via 3G, mas também realizar chamadas telefônicas usando um aplicativo que já vem instalado no tablet. E não se preocupe, não é preciso sair por aí com ele junto à orelha, pois, além do microfone embutido, traz um fone com Bluetooth. Conexões Wi-Fi, 3G e GPS completam o pacote.

Além da câmera digital de 3.2 megapixels com flash na parte traseira e outra secundária frontal de 1.3 megapixel (para usar em chats com imagem, por exemplo), o aparelho possui TV digital e analógica, e é possível agendar a gravação de programas selecionados direto no cartão microSD. Você pode também assistir a vídeos em diversos formatos, incluindo alta definição. Uma ausência sentida é a de uma saída HDMI, fundamental para rodar os vídeos da tablet na TV da sala.

Como a maioria dos tablets atuais, o Galaxy Tab roda o sistema Android, mas é preciso atentar para um detalhe: os aparelhos de tela menor, como esse que avaliamos, vem com o Android 2.2, uma versão do sistema feita para celulares e adaptado para tablets. Ele funciona bem, mas se você quiser algo mais atualizado e com recursos pensados para aproveitar ao máximo os recursos do hardware, o jeito é optar pela versão com tela (e preço, claro) maior.

Com processador de 1 GHz e 592 MB de memória RAM, o desempenho do tablet se mostrou bom no uso geral, mas ainda que não tenha comprometido o teste, detectamos alguns momentos de lentidão e ligeiros travamentos.

Motorola Xoom 3G 32 GB

R$1.499 | www.motorola.com.br

 

Motorola Xoom 3G 32 GB

Pontos fortes

  • Câmera HD com flash;
  • Tela ótima para vídeos;
  • Som de qualidade.
Pontos fracos
  • Poucos aplicativos otimizados;
  • Sem suporte para cartão microSD;
  • Ausência de saída HDMI.
Quer assistir a filmes e vídeos com grande qualidade de imagem e som em qualquer lugar, no conforto do seu colo?

Se entretenimento é o que você procura, o Xoom 3G tem tudo para agradá-lo. Ele pode, claro, ser muito bem usado para tarefas corriqueiras, como navegar na Web, ver seus emails, redes sociais e acessar documentos, mas é na área de mídia que ele oferece seu melhor. A tela de 10.1 polegadas widescreen garante imagens HD com muita clareza e precisão nas cores, e a boa experiência de ver filmes neste tablet é complementada pelo som, alto e sem distorções.

As configurações revelam um bom conjunto: processador de 1 GHz dual core e 1 GB de RAM, conexões Wi-Fi, Wi-Fi hotspot, Bluetooth e 3G, além de GPS e até mesmo um barômetro (que mede a pressão atmosférica). O peso do equipamento é de 730 gramas, e em nosso teste, a bateria durou cerca de dez horas de uso.

O Xoom conta ainda com duas câmeras. A principal, com sensor de 5 megapixels e flash duplo de LED com autofoco, faz fotos de qualidade e grava vídeos em HD 720p. Já a câmera frontal tem 2 megapixels.

O sistema operacional é o Android na versão 3.0.1, que ao contrário da 2.2, já foi desenvolvido pensando nas tablets, em especial as de tela generosa, como é o caso aqui. Além da escolha cuidadosa de cores mais escuras para não agredir os olhos do usuário, o sistema faz bom uso das 10.1 polegadas da tela, com um sistema de navegação que permite rodar diversas aplicações de forma organizada e agradável facilmente.

O ponto fraco do sistema são os apps, os pequenos programas que podem sem baixados para a tablet. Como o sistema é relativamente novo, existem poucos aplicativos disponíveis no momento, se comparado aos milhares ofertados para versões do Android como a 2.2.

Acer Iconia Tab A500 32 GB

R$1.500 | www.acer.com

Acer Iconia Tab A500 32 GB

Pontos fortes 

  • Conexão USB para armazenamento externo;
  • Design diferente dos demais
  • Tela ótima para vídeos e conexão HDMI.
Pontos fracos
  • Falta de 3G;
  • Muitas conexões que poderiam ser apenas uma micro USB;
  • Poucos aplicativos otimizados disponíveis.

O tablet da Acer é mais um equipamento voltado para entretenimento, com uma boa tela – widescreen TFT capacitiva multitoque de 10.1 polegadas –, e um poderoso conjunto técnico: processador de 1 GHz Tegra 2 dual core com 1 GB de RAM, e 32 MB de espaço. Os vídeos e demais aplicações rodam sem engasgar, e o aparelho conta com conexões Wi-Fi, Wi-Fi hotspot e Bluetooth e também GPS, mas fica devendo o 3G.

As câmeras ficam dentro do esperado para um tablet dessa faixa de preço, com sensor de 5 megapixels e flash de LED na câmera principal – mas que grava apenas vídeos normais, nada de altas resoluções – e 2 megapixels na câmera frontal.

Uma boa sacada do Iconia é a entrada USB convencional, que vem bem a calhar. Deitar na cama, plugar seu pen drive cheio de filmes no tablet e ficar curtindo um vídeo é pra lá de prático. O aparelho possui também uma saída HDMI, o que permite conectar o equipamento a uma TV, podendo substituir seu velho aparelho de DVD.

O design do Iconia é outro diferencial, e chama a atenção, com a moldura preta ao redor da tela acompanhada de um acabamento em metal acinzentado e escovado. Esse material continua por toda a traseira, exceto nos cantos, onde há plástico cinza. O peso do aparelho é de 730 gramas e a bateria durou 11 horas em nosso teste.

Em relação ao sistema operacional, a tablet roda o moderno Android 3.2, que tem a vantagem de ser um sistema pensado exclusivamente para tablets, e a desvantagem de possuir poucos apps próprios.

Apple iPad 2 3G 32 GB

R$2.300 | www.apple.com/br

Apple iPad 2 3G 32 GB

Pontos fortes

  • Mais de 500 mil aplicativos disponíveis;
  • Usabilidade que conquista até bebês;
  • Versões para todos os gostos.
Pontos fracos
  • Nada de câmera boa como a do iPhone 4S;
  • Nada de expansão de memórias;
  • Nada de Flash ou USB.

Além do apelo e fascínio que a marca desperta, o grande atrativo do iPad 2 continua sendo seu design e o seu modo de operação. A versão testada, com apenas 0,8 centímetro de espessura e pesando 600 gramas, vem equipada com um processador de 1 GHz dual core e 512 MB de RAM. Além disso, rodou suave e sem lentidão todas as aplicações exigidas na avaliação. Na parte de conexões, vem com Bluetooth, Wi-Fi e 3G – para aproveitar este recurso, é preciso adquirir o micro SIM, um chip de celulares menor do que o normal – além de contar também com GPS. Porém, não vem com entrada USB, o que pode fazer falta.

Sua tela é um pouco menor do que a de outros aparelhos concorrentes que testamos, com 9.7 polegadas de TFT capacitivo, mas tem ótima qualidade de imagem tanto para jogos quanto para filmes. Já as câmeras fotográficas deixam um pouco a desejar. A principal, que fica na bela traseira de metal prateado fosco, tem apenas 0.7 megapixel de definição. Ela grava vídeos em HD e possuiu autofoco, mas não tem flash nem zoom óptico, sendo inferior, por exemplo, à câmera que vem no iPhone 4, celular também feito pela Apple.

É possível escolher o iPad 2 em versões com 16 GB, 32 GB e 64 GB de armazenamento, mas os aparelhos não possuem slots para cartão de memória. É preciso comprar um adaptador que lê cartões SD, vendido separadamente. Se você não deixar as conexões sem fio ligadas, a bateria chega a dez horas de uso.

Embora perca em certos aspectos para alguns concorrentes, o iPad 2 carrega o DNA Apple, sendo um aparelho cheio de sacadas e repletos de acessórios bacanas à venda no mercado, como a capinha chamada Smart Cover, que apaga a tela automaticamente quando você a fecha, por exemplo. Outro ponto forte é a qualidade e a variedade dos programas disponíveis para a plataforma.

Samsung Galaxy Tab 10.1

R$1.700 | www.samsung.com.br

Samsung Galaxy Tab 10.1

Pontos fortes

  • Design caprichado;
  • Android 3.1 melhorado para tablets;
  • O mais fino e mais leve do mercado.
Pontos fracos 
  • Poucos aplicativos para o Honeycomb;
  • Sem entrada para cartão microSD;
  • Sem conexão HDMI nativa.

Podemos afirmar que a Galaxy Tab possui um dos melhores designs de tablets disponível atualmente. Extremamente fina e leve, pesa apenas 571 gramas, mesmo com a grande tela de 10.1 polegadas TFT capacitiva com 16 milhões de cores e resolução de 800×1280 pixels. O processador é um dual core 1 GHz com 1 GB de RAM.

Possui Wi-Fi, Bluetooth 3.0, Wi-Fi hotspot, GPS e Wi-Fi Direct, e o modelo testado tem 16 GB de espaço de armazenamento interno, mas pode vir também com 32 GB ou 64 GB. Porém, não existe slot para cartão de memória. Há uma câmera traseira de 3.1 megapixels – que filma em HD – e uma frontal de 2 megapixels.

A Tab 10.1 vem com o sistema 3.1 do Android, o Honeycomb, com suporte a Java pelo emulador MIDP e com Flash 10.3, que já pode ser atualizado para a versão 11. É o mesmo Android das outras tablets, mas a interface TouchWiz UX UI, desenvolvida pela Samsung, é de arrasar. Ela modificou bastante o sistema original, e para melhor.

O som externo impressionou, graças aos dois falantes localizados nas laterais, que garantem um ótimo estéreo. Ela consegue reproduzir vídeos em full-HD sem problemas e é possível também ligá-la a uma TV de alta definição, mas ela não possui HDMI nativo, necessitando de um adaptador.

Em uso normal, como navegação esporádica e checagem de emails, a bateria chega aos três dias de duração com muito conforto. Utilizando-a para ver filmes, jogar e navegar pela internet, esse número cai para umas dez horas. Uma boa média.

Asus EEE Pad Transformer TF101 16 GB

R$1.500 | www.asus.com.br

Asus EEE Pad Transformer TF101 16 GB

Pontos fortes

  • Teclado removível;
  • Possui entrada USB para pen drives;
  • Conexão HDMI.
Pontos fracos
  • Não possui conexão 3G;
  • Poucos aplicativos disponíveis para Android 3.2;
  • Teclado é vendido separadamente.

Ao vê-lo pela primeira vez, você pensa que se trata de um netbook. Porém, percebe que é possível separar o teclado da tela, e que, sim, é uma tablet – que pesa 680 gramas sem o teclado nem tão portátil assim – e que é vendido separadamente.

Há uma tela de LED multitoque com 10.1 polegadas e definição de 1280×800 pixels, processador de 1 GHz dual core e mais 1 GB de RAM, um conjunto poderoso. Vêm com Wi-Fi, Wi-Fi hotspot, GPS e Bluetooth, mas não há 3G. Sua bateria dura por volta de nove horas. O teclado removível também possui uma bateria, que pode aumentar a autonomia para 16 horas.

Ela reproduz mídias muito bem, com bom som estéreo e conexão HDMI. São 16 GB de armazenamento que podem ser aumentados em até 32 GB com um microSD, além da conexão USB, que permite rodar arquivos diretamente de um pen drive.

A câmera frontal, de 1.2 megapixel, é boa para videoconferências, e a traseira, apesar de não possuir flash, é razoável para fotos e vídeos, já que possui sensor de 5 megapixels e faz gravações em HD.

Na versão 3.2 do Android, nota-se que tudo é pensado para telas maiores. Menus otimizados, navegação multitarefa que aproveita a tela e aplicativos que mantêm o tamanho normal dos botões tornam a usabilidade ótima, praticamente idêntica à de um netbook.

Além dos apps da Google, possui a suíte Polaris Office, Kindle, Zinio, entre outros. Já vem instalado o Flash Player 10.1.

Asus EEE Pad Slider SL101 16 GB

R$1.650 | www.asus.com.br

Asus EEE Pad Slider SL101 16 GB

Ponto fortes

  • Teclado compacto embutido;
  • Possui entrada USB para pen drives e periféricos;
  • Conexão HDMI.
Pontos fracos
  • Não possui conexão 3G;
  • Um pouco pesada para uma tablet;
  • Pouco indicada para leitura quando se está deitado.

Para aqueles que não gostam do teclado virtual, o Slider possui um teclado QWERTY físico, que funciona como os dos celulares com teclado deslizante. Basta empurrar a tela que o tablet se arma em um esquema tela/teclado. Ele é pequeno, mas bem completo, e deixa a digitação de textos grandes bem mais confortável.

A tela é uma LED multitoque com 10.1 polegadas e definição de 1280×800 pixels. Ela também tem tecnologia IPS para um ângulo de visão de até 178º sem perda de qualidade e uma tecnologia chamada “gorilla glass”, que, segundo o fabricante, previne riscos na superfície da tela. Trabalha com processador de 1 GHz e mais 1 GB de RAM, um conjunto poderoso. Na avaliação, ligamos vários aplicativos, executamos vídeos, músicas e o navegador Web, tudo ao mesmo tempo e sem engasgos.

Em conexões temos Wi-Fi, Wi-Fi hotspot, GPS e Bluetooth. Para manter o valor mais baixo, a Asus resolveu não inserir o 3G em sua linha de tablets. O sistema é o Android 3.2, com menus otimizados, multitarefa que aproveita a tela, aplicativos customizados para aproveitar o tamanho da tela. A usabilidade é interessante, ainda mais com o teclado armado, que é bem apertadinho, mas resolve o problema muito bem. Uma boa do Slider é sua conexão USB para conectar pen drives.

Ele reproduz mídias muito bem, e o pé que o teclado forma é bem útil. Vem com 16 GB de armazenamento interno, além de uma porta para cartões microSD de até 32 GB. E como já explicamos, há também a possibilidade da inserção de dispositivos como pen drives, aumentando esse espaço.

Positivo Ypy 7″

R$1 mil | www.positivo.com.br

Positivo Ypy 7"

Pontos fortes

  • Adaptado para o público brasileiro;
  • Conexão HDMI;
  • Já vem com aplicativos e arquivos de mídia.
Pontos fracos
  • Design não é dos melhores;
  • Não tem GPS;
  • Não vem com Android Honeycomb.

O visual da Ypy não é dos mais caprichados, com arestas largas e detalhes bem aparentes, mas isso não prejudica de forma alguma seu desempenho. Mesmo sendo 4:3, e não widescreen, a definição da tela TFT LCD touchscreen é muito boa, com os mesmos 1024×768 de um monitor comum. Nada mau para apenas 7 polegadas. Embora não seja dual core como nas tablets mais caras, o processador 1 GHz e os 512 MB de RAM deixam essa tablet suficientemente veloz.

Há Wi-Fi e Bluetooth, mas não GPS, e mesmo usando uma versão mais antiga do Android – a 2.3 –, a Positivo não a colocou de forma pura na tablet. Muitas modificações foram feitas para que o Android ficasse mais amigável para o público iniciante. Por ser vendido aqui no Brasil, a fabricante inseriu no teclado caracteres como a cedilha e uma tecla “.br”.

Ele já é vendido com mais de 50 aplicativos instalados na memória, e há jogos populares como 21, Angry Birds, Campo Minado, Forca e outros. Possui uma conexão HDMI que permite ligá-lo a um televisor de alta definição para reproduzir filmes, músicas e outros conteúdos, mas, na parte de fotografia e vídeo, ela é fraca. Há somente uma câmera frontal de 2 megapixels, indicada para bate-papos com imagem.

A bateria tem uma duração de aproximadamente nove horas e o armazenamento é de apenas 2 GB, mas a Positivo compensa enviando um cartão microSD de 8 GB junto.

ZTE V9

R$760 | www.ztebrasil.com.br

ZTE V9

Pontos fortes

  • Funções básicas competentes;
  • Tablet de baixo custo, mas de marca oficial no Brasil;
  • Conexão 3G.
Pontos fracos
  • Tela resistiva e de baixa definição;
  • Processamento baixo;
  • Android 2.1 sem update oficial.

O design da V9 é simples, com a frente dominada pela tela e a traseira com bordas de plástico prateado fosco – ela pode ser retirada, como em um celular, dando acesso a bateria, chip SIM e cartão de memória.

A resolução da tela resistiva de 7 polegadas é de apenas 480×800 pixels, e seu processador é de 600 MHz, o mesmo de smartphones medianos no mercado, então, não espere velocidade incrível ou uso multitarefa pesado. Quanto às conexões sem fio, temos Wi-Fi, Bluetooth, GPS e 3G.

Existe apenas uma câmera no V9, com 3.1 megapixels, na traseira. Não espere muito por aqui, já que esse foi um recurso adicionado provavelmente apenas para videoconferências. A tablet da ZTE vem com o sistema2.1 Eclair do Android, um sistema muito antigo e que não permite nem a instalação de aplicativos na memória externa.

Sua tela widescreen é boa para reprodução de mídias, e ver filmes nela é bem agradável, já que ela é pequena e, por isso, leve. Não há conexão HDMI, já que, por suas limitações de tela e processamento, ela não pode reproduzir conteúdo de alta definição.

O som externo surpreendeu. Graças aos dois falantes nas laterais, o estéreo é muito bom. Os agudos se sobressaem um pouco, mas dá para perceber os graves também, coisa difícil de encontrar em tablets. O V9 vem também com uma função de rádio FM presente, aproveitando bem sua qualidade de áudio.

São apenas 512 MB de memória interna, mas o cartão de 4 GB incluso ajuda. Quanto à bateria, sua duração é de aproximadamente oito horas em uso moderado, e de cerca de seis horas na reprodução de mídias e navegação da internet.

BlackBerry PlayBook

R$1.700 (16 GB) | br.blackberry.com

BlackBerry PlayBook

Pontos fortes

  • Design do aparelho e da interface são impecáveis;
  • Conexão com ferramentas corporativas da RIM;
  • Processamento bem aproveitado, som ótimo.

Pontos fracos

  • Sistema único para essa tablet;
  • Sem conexão 3G;
  • Não há slot para cartão de memória.

Fugindo um pouco do design dos outros tablets, o Play-Book possuiu um visual mais sóbrio e elegante. O peso, de cerca de 400 gramas, a aparência e a robustez da construção passam uma impressão de confiabilidade, opção justificada pelo foco da marca, o público corporativo.

A tela tem só 7 polegadas, mas a resolução de 600×1024 é ótima, apenas alguns pixels a menos que a do iPad 2, apesar de ser três polegadas menor. A tela TFT capacitiva tem 16 milhões de cores, e o conjunto de processador 1 GHz dual core Cortex-A9 e 1 GB de RAM é bem eficiente.

Em conexões sem fio, temos Wi-Fi, Bluetooth e GPS. Não há conexão 3G, mas é possível utilizar a internet móvel de um smartphone sem maiores problemas. A câmera de 5 megapixels é para registros corriqueiros, mas conta com recurso de geolocalização e filmagem em full-HD (1080p). Já a câmera frontal de 3 megapixels é ideal para videoconferências.

O modo de uso da PlayBook também se destaca, sendo bem distinto dos demais aparelhos. Sua interface é muito funcional, com tudo baseado em toques e arrastar de dedos. Há suporte a flash e HTML5, além de um emulador para Java. Quem tem um telefone BlackBerry pode usar a BlackBerry Bridge, área dedicada à conexão com os smartphones da RIM. Ao conectar os dois aparelhos, é possível interagir com todo o conteúdo do smart dentro da tablet.

Os falantes estéreo têm ótima localização, garantindo um bom som externo, claro e muito alto. E com a saída microHDMI, é possível conectar a tablet a uma TV de alta definição. Não há slot para cartões, mas ela é vendida em modelos de 16 GB, 32 GB e 64 GB. Quanto à bateria, a duração aproximada é de oito horas e meia com pouco uso.

Multilaser Elite NB003
Multilaser Elite NB003
Pontos fortes
  • Funções básicas eficientes;
  • Tablet de baixo custo, mas de marca oficial no Brasil;
  • Conexão HDMI que reproduz vídeos em 1080p
Pontos fracos
  • Acabamento simples demais;
  • Baixa duração de bateria;
  • Não tem conexão 3G.
O Elite é bem leve, com 390 gramas. Tanto a traseira quanto a frente são de plástico preto brilhante. Apenas as laterais são de plástico preto fosco. Ou seja, ela é toda preta, e o visual agrada, apesar do acabamento pobre.

A resolução da tela capacitiva de 7 polegadas é de apenas 480×800 pixels. Possui chip ARM Cortex A8 de 1,2 GHz, acompanhado de 512 MB de RAM. Não há conexão 3G, nem GPS e nem Bluetooth na Elite, mas encontramos Wi-Fi e acelerômetro, bom para jogos e para virar a tela automaticamente. Só há uma câmera, com 0.3 megapixel, na frente, adicionada provavelmente apenas para videoconferências.

Pelo tamanho, fica fácil levá-lo para cama e assistir a algo sem pesar ou doer no braço. Há uma conexão miniHDMI, que permite à Elite reproduzir conteúdo em alta definição (1080p) na tela e também em HDTVs.

Com uma só saída de som, na traseira, não há estéreo e a falta de graves e o som abafado estão presentes. O volume é alto, apesar de um pouco estourado. Vem com 8 GB de memória interna e aceita até 32 GB extras por cartão do tipo microSD. A duração da bateria é de aproximadamente quatro horas em uso na reprodução de mídias e navegação da internet.

Encontramos uma versão bem atualizada do Android para smartphones, a 2.3.3 Froyo. Ela deixa o sistema mais rápido e permite a instalação de aplicativos no cartão de memória, uma vantagem mediante outras tablets que ainda usam sistemas herdados de celulares, mas aquém dos aparelhos com o Android 3.0.1.

São apenas 19 aplicativos nativos e, como não há GPS, a Multilaser limou o mapa e o navegador GPS, deixando apenas apps como Gmail, Gtalk, YouTube, email, Market e outros.

Phaser Kinno PC-719

R$430 | www.phaserline.com.br

Phaser Kinno PC-719

Pontos fortes

  • O preço;
  • Capa com teclado embutido já inclusa;
  • Conexão USB.
Pontos fracos
  • Acabamento deixa a desejar;
  • Não vem com Android 3.0;
  • Sistema muito modificado e despadronizado.

Sua traseira é bonita, feita de metal prateado fosco e cantos arredondados. Pesa quase 400 gramas e é vendida em diferentes cores: azul, vermelho, dourado, preto e prata. A tela é TFT multitoque de 7 polegadas, do tipo resistiva. A resolução é de 480×800 pixels, a mesma utilizada em smartphones com 4 polegadas. Para telas menores, não é ruim, mas quando se “estica” para 7 polegadas, a qualidade das imagens não é das melhores.

O processador VIA WM 8650 de 800 MHz, com 256 MB de RAM, se dá bem em tarefas básicas, não trava e é suave. Mas se deixar muitos aplicativos funcionando, ou insistir em um vídeo mais pesado, ele vai engasgar.

Não há GPS, nem Bluetooth e 3G, mas possui Wi-Fi e acelerômetro. Há uma câmera frontal de 0.3 megapixel para videochamadas. Ela vem acompanhada de um case protetor, que já tem acoplado um teclado QWERTY completo.

O sistema é o Android 2.2, mas numa versão extremamente modificada, que se afasta bastante das demais interfaces feitas com Android. Nesse caso, não se trata de qualidade, mas sim de um ponto negativo, já que o sistema fica genérico demais.

São 25 aplicativos já inclusos na memória, e embora haja apps do YouTube, Market e navegador, não há Gmail, Gtalk, Mapas e outros. Apesar de não reproduzir conteúdo de alta definição e não poder ser conectada a uma TV, ela é confortável o suficiente para ser levada para a cama, servindo para a reprodução de filmes.

Seu som externo não é muito alto, com agudos corretos e o tradicional problema com os graves, fracos e chiados demais. A duração da carga é de quatro horas com uso de internet ou mídias e também o teclado. Ela vem com 2 GB de armazenamento interno e aceita cartões microSD de até 32 GB.

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